Ambos os grupos estão escalados para tocar no Rock in Rio no dia 20 de setembro, que terá o Bon Jovi como headliner. Na mesma data, também há show do Matchbox Twenty. O Bon Jovi já tocou no Rock in Rio Lisboa, em 2008, e no Rock in Rio Madrid em 2010, mas nunca no Rio de Janeiro. Em 2013, o festival acontece de 13 a 15 e de 19 a 22 de setembro.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Bon Jovi anuncia que show em SP vai ter Nickelback como 'convidado.
Dilma diz que Obama vai explicar espionagem até quarta-feira.
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (6), na Rússia, que o presidente norte-americano Barack Obama se comprometeu a dar explicações sobre as denúncias de espionagem dos EUA até a próxima quarta-feira. De acordo com o twitter do Palácio do Planalto, Dilma disse que Obama assumiu responsabilidade "direta e pessoal" sobre as investigação das ações de
espionagem.Reportagem do Fantástico no domingo mostrou que a presidente Dilma Rousseff e assessores foram alvo de investigações da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. A reportagem é baseada em documentos da NSA passados para o jornalista Glenn Greenwald pelo ex-técnico da CIA, Edward Snowden, que denunciou o esquema de espionagem eletrônica dos EUA.
Nesta quinta, Dilma e Obama se reuniramem São Petersburgo, onde participaram de encontro do G20, para tratar das denúncias de espionagem. A presidente falou aos jornalistas nesta sexta no aeroporto da cidade russa, pouco antes de embarcar de volta para o Brasil.
"O presidente Obama se comprometeu a responder ao governo brasileiro até quarta-feira o que ocorreu [...] Obama assumiu responsabilidade direta e pessoal pela investigação das denúncias de espionagem", afirmou Dilma, de acordo com o twitter do Planalto.
A presidente também disse que a viagem dela para Washington, programada para outubro, vai depender das "condições políticas" que Obama criar.
"A minha viagem a Washington depende das condições políticas a serem criadas pelo pres Obama."
Dilma ainda afirmou que vai à ONU "propor uma nova governança contra invasão de privacidade".
Além das denúncias de espionagem, a presidente também falou sobre a situação da Síria. "O Brasil não reconhece uma ação militar na Síria sem a aprovaçao da ONU", afirmou.
O caso da espionagem a Dilma
Reportagens do jornal "O Globo" publicadas a partir de 6 de julho, com dados coletados por Snowden, mostraram que milhões de e-mails e ligações de brasileiros e estrangeiros em trânsito no país foram monitorados.
Reportagens do jornal "O Globo" publicadas a partir de 6 de julho, com dados coletados por Snowden, mostraram que milhões de e-mails e ligações de brasileiros e estrangeiros em trânsito no país foram monitorados.
Ainda segundo os documentos, uma estação de espionagem da NSA, principal agência de inteligência dos EUA, funcionou em Brasília pelo menos até 2002.
Os dados apontam ainda que a embaixada do Brasil em Washington e a representação na ONU, em Nova York, também podem ter sido monitoradas.
Outros países da América Latina também são monitorados, segundo os dados.
De acordo com o jornal, situações similares ocorrem no México, Venezuela, Argentina, Colômbia e Equador.
O interesse dos EUA não seria apenas em assuntos militares, mas também em relação a questões de petróleo e da produção de energia.
A revista "Época" também publicou reportagem sobre documento secreto que revela como os Estados Unidos espionaram ao menos oito países – entre eles o Brasil – para aprovar sanções contra o Irã.
No dia 1º de setembro, o "Fantástico" exibiu a reportagem que mostrou que Dilma também é alvo de investigação.
Os arquivos classificados como ultrassecretos, que fazem parte de uma apresentação interna da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, mostram a presidente Dilma Rousseff, e o que seriam seus principais assessores, como alvo direto de espionagem da NSA.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Veja 10 prós e contras da moto flex.
Já consagrada nos carros brasileiros, a tecnologia ainda não está na maioria dos modelos de motos, mas abrange esta enorme fatia das 150 cc e só tende a crescer. Veja abaixo 10 itens a considerar se estiver pensando em comprar uma.O preço do etanol é influenciado pela entressafra da cana-de-açúcar e também pela localização geográfica de zona de plantio e das usinas. Na Região Sudeste, próxima dos maiores centros produtores, o preço costuma ser menor do que em localidades mais distantes.
No posto, o litro do etanol geralmente custará menos que o da gasolina. Porém, assim como para os carros flex, para saber qual combustível é mais vantajoso, é necessário fazer uma continha básica: multiplicar o preço do litro da gasolina por 0,7. O resultado da conta será o valor máximo que deve ser pago pelo litro do etanol.Se o plano for de percorrer longos trajetos, mesmo com clima frio, sem muitas paradas, a temperatura do motor estabilizada e mantida por maior tempo oferecerá a economia que o etanol proporciona, se ele estiver com preço bom.
Se a moto for usada para trajetos curtos e entremeados por paradas de mais de 1 hora, a cada vez que for ligado, o motor vai demorar mais para chegar à temperatura de exercício correta. Com etanol, isso acarretará maior consumo.
5) Com etanol, potência é maior?
Está aí outra diferença entre carros e motos. Enquanto nos carros muitas marcas anunciam que os motores, quando abastecidos com etanol, oferecem maior potência, a análise das fichas técnicas divulgadas pelos fabricantes das motos flex indica que não há vantagem predominante de um ou outro combustível.
6) Na moto flex,
misturar é obrigatório
misturar é obrigatório
Nem Honda nem Yamaha recomendam usar apenas um único combustível no tanque. Pelo fato de não haver, como nos carros, tanquinho de sistema de partida a frio ou equivalente auxiliar de partida, nas motos a recomendação é que, em caso de optar pelo etanol, ele seja misturado a uma parcela de gasolina na proporção indicada no manual do proprietário.
Tal regra deve ser especialmente seguida em regiões de clima mais frio ou no inverno. Se houver apenas etanol no tanque, a partida será mais difícil e o tempo para alcançar a temperatura de exercício ideal do motor, maior. Aliás, se estiver frio, a moto simplesmente não vai deixar você partir, seja por conta de dispositivos eletrônicos, que impedirão rodar enquanto a temperatura do motor não estiver correta, ou pelos “engasgos” que o coitado do bloco geladão vai dar...
Respeitando o que diz o manual, é importante lembrar que usar preferencialmente um ou outro combustível não acarretará grandes diferenças em termos de durabilidade ou desempenho do motor da moto.
7) Toda moto flex é mais moderna
Não existe moto bicombustível que não seja dotada da mais atual injeção eletrônica. Ou seja, nada de carburador. Isso é bom ou ruim? Apesar dos mais conservadores não enxergarem grande mérito na injeção em motos ditas utilitárias, uma coisa é certa: trata-se de um sistema que consegue se adaptar de maneira mais uniforme a diferentes qualidades de combustível, algo infelizmente corriqueiro no Brasil.
Por isso mesmo é que, só com injeção, as motos flex podem existir. Um carburador funciona muito bem, é fácil em termos de manutenção, barato e etc, mas, ao envelhecer, perde sua eficácia e exige regulagens cada vez mais constantes. E nunca, nunca mesmo, será capaz de oferecer um funcionamento tão regular a um motor quanto os mais modernos sistemas de injeção eletrônica.
8) Risco da gasolina 'batizada'
Em tempos de combustível "batizado", tanto faz a gasolina ou o etanol? Nem é bem assim, pois, no caso da gasolina, o tal “batismo”, a adição de líquidos para adulteração do combustível e consequente lucro criminoso, se dá com solventes e porcarias químicas. No caso do etanol, o “batismo” é mais raro, mas existe, feito com a mais inofensiva água, que causa menores danos ao motor de uma moto do que as “melecas” adicionadas na gasolina.
9) Etanol enferruja o tanque?
O etanol é um líquido que ataca o metal agressivamente, mas a tecnologia usada nas motos e carros já avançou e, assim, não há o que temer. Sua moto flex não sofrerá maior oxidação do tanque ou escapamento e nem terá dutos do sistema de alimentação mais prejudicados pelo uso do álcool.
10) Gasolina é vilã para o meio-ambiente?
O tema é controverso, mas, em princípio, a natureza "agradece" quando motores a combustão interna queimam etanol no lugar de gasolina. Evidentemente, motores bem regulados, usando gasolina, podem ser menos nocivos ao meio ambiente do que um motor mal ajustado abastecido com álcool.
A conclusão é que moto flex, disponível no Brasil e em outros poucos países do planeta, oferece uma inegável vantagem: a possibilidade de escolher o combustível. O importante é saber quando gasolina ou etanol será mais vantajoso, considerando as questões acima.
Como ocorre na indústria automobilística, onde praticamente 100% dos carros mais vendidos no Brasil são flex, a tendência nas motos também é essa: mais e mais modelos incorporarão tal tecnologia, por ora exclusiva dos motores 150 cc e 250 cc.
Roberto Agresti escreve sobre motocicletas há três décadas. Nesta coluna no G1, compartilha dicas sobre pilotagem, segurança e as tendências do universo das duas rodas.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
DHN lança o novo sistema de comercialização de documentos náuticos pela internet.

No dia 30 de julho, a Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), em parceria com a Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), realizou a cerimônia de lançamento da nova sistemática de comercialização de documentos náuticos pela internet.
Durante o evento, a EMGEPRON realizou uma apresentação do site, demonstrando aos presentes suas principais funcionalidades e facilidades.
O site tem como objetivo disponibilizar aos navegantes, de forma rápida, prática e segura, a qualquer hora, cartas náuticas e publicações de segurança à navegação. A comercialização na página da internet será realizada por meio de acesso ao site www.cartasnauticasbrasil.com.br, desenvolvido pela EMGEPRON.
O novo sistema facilita a aquisição dos documentos náuticos, com acesso 24 horas. É necessário que o interessado tenha um cadastro com os dados de pessoa jurídica ou física, endereço de entrega, entre outras informações para a emissão da nota fiscal. O internauta tem a possibilidade de efetuar o pagamento por cartão de crédito, boleto bancário e depósito em conta-corrente. As entregas serão realizadas pelos Correios ou no Posto de Vendas da Base de Hidrografia da Marinha, em Niterói (RJ).
A cerimônia foi presidida pelo Diretor-Geral de Navegação, Almirante-de-Esquadra Luiz Fernando Palmer Fonseca, e contou com a participação do Diretor de Hidrografia e Navegação, Vice-Almirante Miranda; do Diretor-Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante (RM1) Marcelio; do Comandante da Base de Hidrografia da Marinha em Niterói, Capitão-de-Mar-e-Guerra Pedro Teixeira; do Diretor do Centro de Hidrografia da Marinha, Capitão-de-Mar-e-Guerra Magno; do Coordenador Geral da Unidade Operacional de Estudos do Mar da EMGEPRON, Capitão-de-Mar-e-Guerra (RM1) Almeida; e do Gerente de Projetos de Hidrografia e Auxilio à Navegação da EMGEPRON, Capitão-de-Mar-e-Guerra (RM1) Real.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Ficou tudo novo no Volksbus 2013.
"Ficou tudo novo na geração 2012 dos nossos ônibus, começando pelo powertrain", garantiu Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, aos jornalistas convidados para a apresentação em primeira mão das novidades da empresa, que estarão na Transpúblico, em São Paulo, de 24 a 26 de agosto. Ele assegurou que a empresa está iniciando a maior sequência de lançamentos de produtos de sua história, que será completada na Fenatran, em outubro, quando os caminhões MAN e Volkswagen estarão em exposição, com as tecnologias Proconve P7.
Em primeiro plano nos Volksbus ficarão os propulsores da Cummins, séries ISF e ISL (tecnologia SCR, de quatro e seis cilindros, para miniônibus, microônibus e chassis rodoviários e articulados) e os motores MAN D08, que equipam três dos oito modelos da nova linha (tecnologia EGR, versões de quatro e de seis cilindros). Caberá à MWM International a tarefa de manufaturar os motores MAN D08 para a linha Volksbus e continuar entregando versões Euro 3 para atender exportações e o aftermarket.
É a primeira vez que ônibus da marca utilizam propulsores da MAN.
Os novos chassis P7, assim como os caminhões que serão lançados em breve, terão acréscimo de 10% a 16% no preço em relação às versões atuais, P5 (Euro 3), em função de inovações tecnológicas. Cortes estima, no entanto, que haverá uma economia de até 5% no consumo de diesel, em volume. Para ele, haverá antecipação de compra de veículos P5 no final do ano, embora haja dúvida sobre a capacidade da cadeia de produção atender eventual avanço significativo da demanda.
O presidente da MAN aposta que haverá diesel limpo para a boa operação dos motores novos. "A Petrobras garantiu que terá o produto disponível, enquanto a ANP enfatiza que tem planos concretos de distribuição", afirmou. Quanto à disponibilidade de Arla 32, agente redutor para limpeza dos gases de escapamento quando a tecnologia adotada é a SCR, parece não haver dúvida: "Nossas concessionárias estarão empenhadas em oferecer Arla 32, fornecida pela Cummins com nossa marca", esclareceu.
Investimentos
A MAN Latin America, vice-líder em vendas de chassis de ônibus no Brasil com pouco mais de 30% do mercado, investiu R$ 300 milhões para reestruturar a linha de veículos comerciais. “Para atender a legislação, bastaria trabalhar na mudança de motores da linha Volksbus. Preferimos criar uma linha renovada, com evoluções tecnológicas que agregam valor”, observou Cortes.
Ele destacou, ainda, o investimento de R$ 85 milhões que está sendo feito pela Maxion, Suspensys e Meritor no parque de fornecedores que começa a ser estruturado ao lado da fábrica de caminhões e chassis de ônibus em Resende, RJ. A iniciativa tem por objetivo abrir espaço nas linhas de montagem, que começarão a produzir também os veículos da marca MAN.
Outro empreendimento é um pátio de veículos, que permite atender estoques estratégicos, como na fase de lançamentos. "É importante termos capacidade para estocar a a produção de 10 a 15 dias", esclareceu Cortes, informando que a fábrica de Resende pode montar 350 veículos por dia.
Os novos chassis de ônibus
VW 5.150 OD
Com motor Cummins ISF de 3,8 litros e sistema SCR, baseado na utilização de ARLA 32, o modelo é indicado para o transporte escolar, shuttle de empresas de turismo e também em auto-escolas, como veículo para formação de condutores. Possui eixo traseiro de rodado simples e alavanca de troca de marchas no painel.
VW 8.160 OD
Adequado para aplicações fretamento e urbana de média densidade, com carrocerias que podem chegar a 8 metros de comprimento, traz motor Cummins ISF de 3,8 litros e caixa de transmissão ZF 5S 420 com alavanca de transmissão posicionada sobre a transmissão. O modelo conta ainda com posicionamento de cockpit desenvolvido para o motorista que exerce também a função de cobrador.
VW 9.160 OD/9.160 OD Plus
Adota motor Cummins ISF de 3,8 litros e sistema de pós-tratamento de emissões SCR, aliado a caixa de transmissão ZF 5S 420 de 5 marchas e as duas opções de eixo traseiro. Segundo o fabricante, o novo sistema de troca de marchas por cabos garante ao veículo maior precisão nos engates e menor esforço. O modelo 9.160 OD conta com entre-eixo de 3900 mm, eixo traseiro Dana e PBT de 8.500 kg. Na versão Plus o veículo conta com entre-eixo de 4300 mm, eixo traseiro Meritor e PBT de 9.200 kg.
VW 15.190 OD
Ideal para o transporte urbano em linhas distribuidoras, operando como midibus ou fretamento de curtas e médias distâncias, tem motor MAN D08 de 4 cilindros. Desenvolvido exclusivamente para a aplicação ônibus, o motor é equipado com dois estágios de sobrealimentação (2 turbocompressores), sistema de injeção Common Rail e tecnologia EGR. A transmissão é a ZF 6S 1010 de 6 velocidades com servo-assistência e transmissão por cabos.
VW 17.230 OD
Suporta operações severas no transporte urbano e atende serviços de fretamento. O motor MAN D08 de 4 cilindros possui dois estágios de sobrealimentação (2 turbocompressores) e Common Rail, utilizando EGR, que dispensa uso de fluidos como Arla 32. O modelo, que incorpora transmissão ZF 6S 1010 de 6 velocidades com servo assistência e transmissão por cabos, será oferecido também na versão V-Tronic, equipado com transmissão automatizada.
VW 17.280 OT
Ideal para as aplicações de fretamento e rodoviário de curta distância e aplicações urbanas com alta demanda de passageiros, é oferecido com piso normal ou piso baixo (low entry). O motor MAN D08 com 6,7 litros, 6 cilindros e 280 cavalos de potência conta com tecnologia EGR. Assim como no modelo 4 cilindros, o modelo conta com dois estágios de sobrealimentação (2 turbocompressores) e sistema de injeção Common Rail. São oferecidas a transmissão mecânica ZF 6S 1010 de 6 velocidades (com servo assistência e cabos) e a automática ZF 6HP 502C, além do modelo V-Tronic (transmissão automatizada).
VW 18.330 OT
A opção rodoviária vem equipada com motor Cummins ISL de 8,9 litros e 330 cavalos de potência, que trabalha com tecnologia SCR e utiliza ARLA 32 (AdBlue) para atender os limites de emissões P7. A transmissão é a Eaton FSBO 9406 AE com servo assistência e o modelo apresenta retarder Voith VR 123 como opção.
VW 26.330 OTA
Com um protótipo apresentado à imprensa especializada em novembro de 2010 durante a feira Fetransrio no Rio de Janeiro, o Volksbus articulado apresenta as inovações tecnológicas comuns a todos os veículos da linha e inaugura um novo nicho de atuação para os chassis da marca.
Dotado de uma articulação leve, com 18,6 metros de comprimento, o produto promete relação custo-benefício diferenciada com o novo motor Cummins ISL de 8,9 litros e a transmissão ZF Ecolife. Os detalhes construtivos sugerem aplicações de alto volume, como em corredores troncais e sistemas BRT.
História de 18 anos
A MAN Latin America entrou no mercado de ônibus em 1993 com o modelo VW 16.180 CO, que marcou o nascimento da linha Volksbus. Logo em seguida a marca ingressou no mercado de micro-ônibus, com o modelo VW 8.140 CO. Desde então a linha recebeu diversos atributos tecnológicos, como a versão V-Tronic dos modelos urbanos 17.230 EOD e 17.260 EOT.
Os ônibus Volkswagen dobraram a participação de mercado entre 1997 e 2010. De janeiro a junho deste ano, foram emplacados 5.415 chassis da marca, o que representa uma participação de 33,3% de mercado e um aumento de 54% no volume de vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2010, a marca se manteve na vice-liderança brasileira com 7.523 chassis emplacados e uma participação de 26,5% de mercado.
Em caminhões, a MAN é líder em vendas no Brasil há oito anos consecutivos. Até junho foram emplacados 25.220 caminhões da marca, com uma participação 30,6% de mercado. O número representa um avanço de 25% nas vendas em relação ao período janeiro- junho do ano passado. A montadora fechou o ano de 2010 com 45.318 caminhões emplacados e 29,1% de participação no mercado.
domingo, 1 de setembro de 2013
Avianca, TACA Airlines, AeroGal e Tampa Cargo = Avianca
Como um tributo à história da Avianca e da TACA Airlines, com 94 e 82 anos respectivos de operação contínua, a nova identidade tem o seu património e da iconografia da sua rede de rotas para recriar uma América que conecta do norte ao sul e do leste ao oeste, traduzindo-se o logo no sentido do voo pelos céus do continente.
A imagem da nova Avianca estará presente em mais de 160 aeronaves, 14 mil lugares a bordo, 214 lojas, 100 aeroportos, mais de 20 salas de estar, salas de embarque em 25 países, bem como os escritórios administrativos localizados na América Latina e na Europa. Da mesma forma, a nova imagem vestirá 18 mil funcionários com funções voltadas para os clientes, o seu web site, redes sociais, material de leitura a bordo e mídia corporativa em geral.
De acordo com Fabio Villegas Ramirez, presidente da Avianca Holdings: “A reunificação da Avianca Airlines Holdings SA em uma única marca representa um passo importante na consolidação da oferta de voos e um desafio para a manutenção da Avianca. Portanto, a trajetória, o profissionalismo e a experiência de gerações de homens e mulheres que ao longo de décadas têm dado vida a Avianca, TACA Airlines, AeroGal e Tampa Cargo, agora são a nossa inspiração.”
“Mais de 5.100 vôos semanais operados em uma moderna frota de aeronaves que nos permitem transportar nossos passageiros para 100 destinos em 25 países na América e Europa, o acesso 21.900 vôos diários para servido ao redor do mundo, em parceria com as companhias aéreas Star Alliance, a preferência de mais de 23 milhões de passageiros anualmente escolhendo nossos serviços e transportes de mais de 300 mil toneladas de produtos e mercadorias, é o que nos motiva a continuar trabalhando para fazer a nova companhia aérea líder da America Latina”, observou o oficial.
A frota combinada de Avianca e TACA Airlines atingiu 129 aeronaves. Hoje, a empresa tem 151 aeronaves em operação. Dentro de seu plano de modernização da frota, a Avianca anunciou recentemente a adição de aviões Airbus A320neo com motores de última geração e os aviões Airbus equipados com Sharklets (winglets), que consome até 4% menos combustível do que a versão anterior. Em fevereiro passado, o primeiro avião desta geração entrou na frota da Avianca.
Além disso, com o objectivo de reforçar o negócio de carga, a Tampa Cargo adquiriu quatro novos A330-200 Freighter, com capacidade individual de até 68 toneladas. A primeira aeronave deste tipo se juntou a frota de carga em dezembro.
A empresa também anunciou a compra definitiva de 15 aeronaves ATR72-600, bem como a opção de compra adicional de 15 aeronaves do mesmo modelo. Esta frota de turboélice se destina a cobrir rotas dentro da Colômbia e da América Central e sua incorporação começará em julho deste ano. Finalmente, a empresa confirmou a ordem de compra de 15 aeronaves Boeing 787 Dreamliner, projetado para operar rotas transatlânticas, a partir de 2014.
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